IA generativa gera. IA agentic age
Pessoal, os dois usam o mesmo modelo. A diferença não está no logo. Está no que o turno fez. A faísca foi a aula Introdução à IA agêntica, no módulo 1 do Agentic AI with LangChain and LangGraph, no Coursera (IBM). A irmã LangGraph versus LangChain virou o denso de cadeia, grafo e harness. IA generativa: entra prompt, sai texto. Próxima palavra. Traduz, resume, sugere um patch em Markdown. Acabou. Nada no git. Nada no banco. Nada no gateway. IA agentic: o modelo escolhe um próximo passo no mundo. Lê arquivo, chama API, abre PR, dispara pagamento. Tem loop. Tem ferramenta. Tem consequência. O que você leva daqui: gerar é barato de errar. Agir não é. Se a primeira ferramenta do último chat não existe, você ainda está no generativo. Mesmo com a palavra “agente” no README. 1. Gerar não é agir Generativo bem feito já vale. Classificar issue. Esboçar teste. Explicar um diff. O erro é chamar isso de agente. Agente, neste texto, é o loop: observa, decide, usa tool, vê o resultado, decide de novo. Cena pedagógica (não é log de produção): você: cancela a assinatura 441 gerar: “o path costuma ser DELETE /v1/subscriptions/{id}” agir: tool HTTP → 204. a assinatura caiu O primeiro é hipótese. O segundo é o mundo. Sem arquivo:linha no review, a gente já aprendeu a não misturar finding com palpite. Aqui é o mesmo músculo: texto ≠ efeito. 2. O loop que muda o mundo precisa de gente no meio Ler README é uma tool. git push é outra. Least privilege: as duas não andam no mesmo cano. HITL no que grava. Blast radius: se o agente errar, o pior é uma frase ruim, ou um deploy? Isso é AppSec de agente, não de slide. O denso de cadeia, grafo e harness entra no runtime Python. Esta nota para antes: você deixou o modelo agir? Sandbox, allowlist, audit trail: o turno que só gera não precisa disso. O turno que paga precisa. 3. O harness decide, não o vocabulário Cursor, Claude Code, Codex, um StateGraph na API: todos podem ser generativos num turno e agentic no outro. Olha o histórico. só texto versus tool que lê versus tool que grava Só completou Markdown? Generativo. Chamou busca, Read, gh? Agentic de leitura. Chamou merge, migrate, deploy? Agentic que grava. Sem humano no meio, incidente. Camadas RAG / MCP / fine-tuning são outro texto. Cadeia, grafo e harness: o denso irmão, com o prompt pra colar. Aqui o knob é um: gerar ou agir. No último chat: ele só escreveu, leu alguma tool, ou gravou no mundo?
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